De tudo o que li, o que mais me incomoda e me confronta é a morte. A morte como um ímã na história de todos em Ilíada. E principalmente a maneira absolutamente destemida dos guerreiros de morrerem. Eles sabem que morrerão e MESMO ASSIM lutam com o maior tesão do mundo. Entramos um pouco no campo da pulsão de morte, do Freud. Imaginem a sensação: Estar na beiradinha de um precipício, assimilando todo o horizonte na sua frente, a suspensão do tempo, o ventinho que bate... sabendo que se você cair, morrerá. Mas há sempre algo que parece te puxar, uma vontade desconhecida e bem introspectiva de se atirar!
Então, que seja!
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